Nem sempre sabemos porque fazemos, mas fazemos. Não podemos quebrar o ciclo, não podemos questionar, não podemos andar em direção contrária. O jeito é se conformar...
Almas vendidas, Você não quer nem saber. Por tanta indiferença Não entendo sua omissão. Mas porque não agir, se é você mesmo que sofre E finge não ver por pura distração. Você não quer se unir, não sabe o que é cooperação, Me diga porque este sorriso então! Assinar o ponto, Seu transporte esta lotado! Não há companheiros, Ninguém esta ao seu lado! Só a fome, a miséria, O circo e o pão. Você acha arriscado fazer a revolução, então Deve aceitar o seu patrão. Seria demais dividir as coisas que você já tem, cerveja, um par de tênis e o caos. Vamos sorrir e viver assim, Aceitar tudo como fomos instruídos e então Viver em paz, Sem olhar pra trás, Não reagir, Sempre se omitir. E a culpa não será em vão Apagada em álcool e alcatrão. Por séculos e para todo sempre, Seremos o cidadão padrão.